Olho como quem recorda
Como quem apreende
Ao meu olhar
Segue a semente
Segue o semblante daquele infante
Em todo o feito algo relevante
Faz o que faz ,
E como faz com destreza!,
Se guia `a própria cura
por pura natureza
Nem vê nada muito a diante
se espreguiça brinca e rola
costura acasos como quem dança
Cria e recria sem intenção
pura sensação de ser criança.
Me ensine a não ver
e a ter tudo tão depressa!
sem saber desta pressa hipnótica de gigantes
Me ensine a grande mágica
de ter boca pra reinventar o mundo
pelo tempo que a hora não alcança
Me seduz a esta soma
ao limite de duas pequenas mãos espalmadas
Quero temer somente as palmadas,
desafiar o olhar de quem limita
Imitar como um grande sarro
ou como quem ressalta o que admira
Ter ego de super-homem
A domar sua fantasia
Sem medo de errar.
Em seu enredo,
Erro é manha
Pra quem desafia.
Há, em meu percurso, um amor ao segredo... Ao particular... Às conquistas, duvidas e loucuras... Muitas vezes insensatas e incoerentes...Muitas vezes cruéis, dentro de um sensível amargo. Por este amor e outras particularidades, tenho esta dificuldade, de postar aqui, meu intimo reflexo.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
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