O prazer se despe de vinho
prevalece o contorno
de ritmo e dança nos quadris
o prazer intima musica sutil
buscando a afinar nova dose ao tato,
ja estimulando, que ainda ondula
Silencia o ambiente
À evidencia, o que respira
Ha som às marcações intimas!
O prazer veste-se em si...
unindo a provas ávidas por sabor,
cheiro, e forças
Um nó de muitas pontas.
Ondula entre dissonantes, de graves e agudos
À língua própria
pede e responde...
palavra nula.
Ação responde a própria rota
tudo eh textura
e por toque a loucura.
O prazer retorce sua busca
Sustenta a todo o timbre ali enfático...
E ao reverberar sua verdade à cura
Encontrar um eco emergente que pontua
Desfalece à sua própria estrutura
laceando por duas faces.
E, sussurrando por seus extremos
Digere o longínquo
ao suspiro do que é interno
Tato lacivo espreguiça as partes
a tatos lentos
por onde o toque previa...
a trama macia da cama vadia.
Há, em meu percurso, um amor ao segredo... Ao particular... Às conquistas, duvidas e loucuras... Muitas vezes insensatas e incoerentes...Muitas vezes cruéis, dentro de um sensível amargo. Por este amor e outras particularidades, tenho esta dificuldade, de postar aqui, meu intimo reflexo.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
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