Há, em meu percurso, um amor ao segredo... Ao particular... Às conquistas, duvidas e loucuras... Muitas vezes insensatas e incoerentes...Muitas vezes cruéis, dentro de um sensível amargo. Por este amor e outras particularidades, tenho esta dificuldade, de postar aqui, meu intimo reflexo.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O dia deu partida.

Coube em mim.
E como cabe, quando nasce de partida!

Cabe, como a gula da desordem
Peso farto escancara

Segue cheio,
Segue denso.

Veste, e ainda sobra tecido...
O que fazer com um dia que nasce partindo?

O tempo passa e as horas dobram.

Segue sem mais,
Sendo dia demais para pouca noite.


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