Há, em meu percurso, um amor ao segredo... Ao particular... Às conquistas, duvidas e loucuras... Muitas vezes insensatas e incoerentes...Muitas vezes cruéis, dentro de um sensível amargo. Por este amor e outras particularidades, tenho esta dificuldade, de postar aqui, meu intimo reflexo.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Quanto sera que dura o tempo
Para calar o grito que berra por dentro
Ou lançar o sonido para fora?

Quanto mais, no mais , de tudo se aflora
Pelo tempo que o tempo demora
Faz-se alimento, ativo fermento.

Sair do próprio umbigo e por o ouvido para fora
Faz todo o sentido!
Desfaz-se de ausências e amortece a memoria.


Liberte-se desta jaula disfarçada de respeito
Enquanto outros olhos estão livres e vagam por incertezas.

Desapegar, apenas a nivelar a sincronia dos dias
Não é burlar, a nostalgia do que ativa lembrança

É ativar a fortaleza!
Amortecem certezas para alternar os caminhos

Dinamizar por mais passos,
A velha espera, que cedo vira cansaço.

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