Duas horas mal pescadas enquanto a noite cedia espaço.
O dia acorda chutando.
Mergulhando o pé direito numa caneca de café, enquanto o esquerdo finge que ordena direção.
Cambaleia o dia aos trotes do café,
mas nada de fé ao pé das horas.
Já é meio dia, e o sono carpado nas horas
me comem por fora sem digerir
O corpo mal dormido,
Um pouco dormente, parece tremer.
Parece cessar frouxo e reerguer cheio, além de si.
Como se a alma, replicando peso, debruçasse no corpo deveras moribundo
Onde as horas da tarde que descamam, simplesmente reclamam,
Resmungam, chafurdam...
O que não inflará,
Nem por menos,nem por mais...Desgaste ou descanso.
Há, em meu percurso, um amor ao segredo... Ao particular... Às conquistas, duvidas e loucuras... Muitas vezes insensatas e incoerentes...Muitas vezes cruéis, dentro de um sensível amargo. Por este amor e outras particularidades, tenho esta dificuldade, de postar aqui, meu intimo reflexo.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
Nenhum comentário:
Postar um comentário