Sigilo...
Mora na caligrafia
que circunda redonda e delicada
querendo esquecer
que desfila, antes de mais nada, em seu mais longo adorno, as doses de dono.
Recortando o porte do seu negrume em impecável controle, do que se faz teso,
mas não goza.
Queria desorbitar das minhas circunstâncias,
de fazer prumo onde o ponto de fuga é guia mais rude da dor que me domina.
E se não estiro, tensa e firme linha a fazer-me estruturar toda a desordem, desfaleço no meio de tanta loucura que faltaria força para soprar, as cornetas no timbre que me fizesse despertar, de minha própria catacumba de medos.
E se não estiro, tensa e firme linha a fazer-me estruturar toda a desordem, desfaleço no meio de tanta loucura que faltaria força para soprar, as cornetas no timbre que me fizesse despertar, de minha própria catacumba de medos.
Hoje, sobra o
soluço, como dica sonora, convuntiva, do que se faz nem tanto engasgo, nem tanto respiro, sem me flagrar o todo, nem me encontrar perdido.
Tenho, a extensão
da linha como veio negro, a compreender-me dentro disso, como num túnel denso
onde pelo fim do ponto de fuga, encontre uma cor que reflita num
desabafo, todas as minhas e num tom tão intenso, que simule a ausência mais
presente que a liberdade possa assumir.
Tão alva como
folha em branco, aguardando o toque de algo que repouse, além da gama de cores
que a própria luz decida exprimir.
Meu fim, conduto,
perceberia... Tão perto da cor da morte, ao fim da noite, reluz o dia.
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