Sussurra baixinho... até adormecer.
Adormeceu chorando...
Atordoou molhando o dia que fere os olhos.
...Chovendo dia a fora a cor que não cabe dentro.
Todo o corpo ainda pede a noite que desabou pela madrugada,
E nos braços mórbidos fez quarentena nas horas.
Inspira o pouco ar, que não quer entrar na esperança de se medicar pelo cheiro.
Cura... seria...?!
Seria, talvez, se de doses frescas encorpasse a cor da lembrança.
E por toda a esperança do que ainda fosse desejo e brotasse corpo encontrando a bagunça do devaneio em rete-lo por quase inteiro...
Fosse ainda sonho, este que tivesse a cor viva de algum credito.
Assim que o corpo, em suspiro recordasse os olhos, a desabotoar a luz das pálpebras lúcidas de dia.
Não fosse, a amargura que murcha 100 anos da conta dos lábios.
Que empalideceu na ausência de qualquer perdão por tanto sermão que ja não sustenta.
Persiste o inaldivel sussurro:
" Me desperta...
Me desperta a solidão...
Já que naufrago, em um mar de pertencer a uma dor que não me ausenta.
Se a solidão me encontrasse... Encontraria todo vazio, e não ao vicio da tormenta."
Há, em meu percurso, um amor ao segredo... Ao particular... Às conquistas, duvidas e loucuras... Muitas vezes insensatas e incoerentes...Muitas vezes cruéis, dentro de um sensível amargo. Por este amor e outras particularidades, tenho esta dificuldade, de postar aqui, meu intimo reflexo.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
Nenhum comentário:
Postar um comentário