Há, em meu percurso, um amor ao segredo... Ao particular... Às conquistas, duvidas e loucuras... Muitas vezes insensatas e incoerentes...Muitas vezes cruéis, dentro de um sensível amargo. Por este amor e outras particularidades, tenho esta dificuldade, de postar aqui, meu intimo reflexo.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.

sábado, 30 de abril de 2011

Ato.

Pousa tua mão na minha...

Quero despir por onde caminha

Quero luzir o teu instante

Cada rumo a este hiato


A te saber bem mais que contato

A sincronizar meu prumo

A somar por tuas cores


E cada átomo indiviso

A cancionar um pulso inteiro

Por vida; luz... Se faz aviso

Cede e conduz como ponteiro


Desafia seu comum por um instante

E por apenas este, em que se expande

Reluz a vida que já não sente a morte.

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