E como um elástico me estico.
E como estilingue me lanço.
E como esfinge, me mistifico.
Como sempre em protesto...
Me abalo.
Me encharco, me decompondo por excessos.
Excesso de fatos.
Sobras, gritos, dobras.
E, bebo pelo mesmo copo, digerindo as doses do mesmo vicio.
E pela insana displasia do gesto, vem como amnesia...
O mesmo ato.
A mesma dose.
A mesma prece, em carma atado.
E, carcere de mim,
me jogo no tempo, como um quase abandono.
Como um engodo ágil a me devorar pela queixa,
de se ver, e não se vencer.
Há, em meu percurso, um amor ao segredo... Ao particular... Às conquistas, duvidas e loucuras... Muitas vezes insensatas e incoerentes...Muitas vezes cruéis, dentro de um sensível amargo. Por este amor e outras particularidades, tenho esta dificuldade, de postar aqui, meu intimo reflexo.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
Nenhum comentário:
Postar um comentário