Um dia o tempo foi Agora,
E o Agora,
um dia foi eterno...
Agora, a razão nasceu no homem.
E em grave, deu caixas vazias.
Para encher as caixas da razão,
o homem amarrou o tempo em números...
Pontuou neste momento, sua verdade:
Caçador da liberdade;
Colecionador do tempo.
De terno meu dia foi embora,
na pressa de aquecer-me antes do inverno.
Tentando cumprir planos a cada passo,
Cansaço, é o que estende e se faz eterno.
Concreto, só anseio de ser completo.
Utopia é a ousadia de me fazer bruto!
A congelar, em um ligeiro pensamento,
todo o ato passageiro e repleto,
que seduz porque é por magia e por cheiro.
Porque conduz,
sem as grades do tempo que maquino.
Agora,o tempo que era eterno já passou!
Foi aprisionado em números,
por algum cronometro estartado.
Agora, o tempo da eternidade!
Pertence a chuva, ou sol,
ao vento ou tufão.
Às coisas que transbordam a seu fluir comum...
Que adormecem a seu sentir viver,
e morrem sem temer a morte.
Por não se castrarem,
em medidas comprimidas de vida.
Se esvaem ao prazer do vento,
antes de ser po' ...
São movimento!
Inconstante repleto em sentimento.
Há, em meu percurso, um amor ao segredo... Ao particular... Às conquistas, duvidas e loucuras... Muitas vezes insensatas e incoerentes...Muitas vezes cruéis, dentro de um sensível amargo. Por este amor e outras particularidades, tenho esta dificuldade, de postar aqui, meu intimo reflexo.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
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