Há, em meu percurso, um amor ao segredo... Ao particular... Às conquistas, duvidas e loucuras... Muitas vezes insensatas e incoerentes...Muitas vezes cruéis, dentro de um sensível amargo. Por este amor e outras particularidades, tenho esta dificuldade, de postar aqui, meu intimo reflexo.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Sentidos

Sentidos...

Não têm razão para te sentir.

Se tem razão, não é sentido

Se é fluido, não tem tensão


Sentir...

A passar despercebido

Nunca pontuar ou frear ritmado

ou tomando nota do que é som


Mas se nao tem nota eh silencio!

Silencio, ou simples vibração?


É ação que vibra permanente

Silencie e fará conexão.


Conectar-se é equalizar

Apenas tomar atitude,

Se pensar vai ser em vão!


Sentimento e silencio, flutuam.

Não conhecem o que é chão,

Não encontram rachaduras,

Não encostam pés no chão.


São verdade em ascensão!


Não tem tempo para coerência...

Tempo é marcado.


Sentimento...

Vibração em permanência

Em estado ativado

Presente.


Sem falhas de julgamento

Sem julgo... só pensamento solto

Por vezes... tormento.


O som no ouvido da consciência.

É, pelo reflexo, equilíbrio respondido.


Loucura irracional de ser inteiro

Oscilante... Incoerente...mas, ciente de si.


Eminente fiel a sua unicidade e equivalente loucura.

Insanidade sã , quando se apropria de si...

Reconhecimento intimo.


Liberdade extrema de ser, antes de se tornar vago,

E ainda assim, antes de ser qualquer...

...Duvida, medo, e escolha,

É o que é e faz sentido!


É o sentido do sentido,

Sem ressentir-se...

A solução!

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