Tão enfática ao olhar pela luneta.
A vida num surto, presa entre lentes.
Distorções e distrações,
Caras e caretas!
Loucuras do mundo,
Empasses, dilemas...
Se em angulo, na lente, luz do sol se projeta... Queima.
Ou por outro angulo, ha quem questione,
A dobra do tempo...Passado e futuro.
Eu aqui, de cima do muro,
Por um tubo, foco os olhos em uma lua inteira...
Eu mulher de lua cheia, movo as mares de meus sentidos.
Contidos todos em contratempos,
Do tempo que em mim, pré-ocupa.
E como luneta... Reduzo tempo.
Amplio a imagem, entubo espaços...Túnel do tempo!
Sendo um pouco lua e um tanto criança
Tudo cabe em mim e nada me alcança
Há, em meu percurso, um amor ao segredo... Ao particular... Às conquistas, duvidas e loucuras... Muitas vezes insensatas e incoerentes...Muitas vezes cruéis, dentro de um sensível amargo. Por este amor e outras particularidades, tenho esta dificuldade, de postar aqui, meu intimo reflexo.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
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