E derrepente, precisar mais de mim, procurando me fazer mais consistente, passa a ser um ato lúdico de força.
Funciona... Para uma segurança de postura, que garante sobreviver, quando o universo interno ainda esta recém nascido de si.
A questão não é mais, se sou saudável ou se tenho algum déficit. Não da para ser!
Quando estou em um momento de tamanha fragilidade... Acreditar em qualquer coisa, que deponha quanto a uma força primaria, responde como um tiro no próprio pé!
Tudo recua, regredindo a força das sementes plantadas pelo caminho traçado.
Por outro lado...Em algum lugar de mim, ainda persevera alguma sensibilidade em acreditar em potencias.
Na teoria, me engajo em conteúdos, situações, atos, reflexões e provas, de que tudo deve, e pode funcionar no processo. Em meio a tanta trama e habilidade, é fácil de reconhecer-se como condutor de si mesmo!
Mas, quando a poeira de tanta euforia e energia propulsora, baixa....Pode–se visualizar e sentir o no’ daquele ponto mal dado, na base de tudo.
E, nesta hora, toda a lógica do mundo e todas as provas... Ficam nulas. Porque, a dor que se sente, é mais real do que qualquer fato ou prova.
E como apagar a marca de uma lembrança?
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