Da cor que se faz vistosa ao calor que me cede o bronze
Faz-me arte derramada por teus tecidos
Prostro me estátua desta mesma arte
Palheta cor de vida
Calor que invade
Rubor atesta o toque
Incapacidade de solidão
Componho seu esboço
Meu corpo pousa no tempo
Registra o sol
Cada pose pela tez
Guardando os meus nos teus momentos sutis
Meu tempo de breves pausas
Nao registra as causas de sua arte.
Arte furta cor
Que chora arco-iris
Há, em meu percurso, um amor ao segredo... Ao particular... Às conquistas, duvidas e loucuras... Muitas vezes insensatas e incoerentes...Muitas vezes cruéis, dentro de um sensível amargo. Por este amor e outras particularidades, tenho esta dificuldade, de postar aqui, meu intimo reflexo.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
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