Naquela ilusão o meu infinito
Mudo nas horas, já não mais minhas
A consumir minhas metas
Em suas medidas de encanto...
A costurar meu pranto
Conduzir-me ao novo
Em paixão que era mito...
É agora espanto.
Minhas mãos, que fechadas asseguravam os sentidos
Enlaçam nas suas, caminhos desmedidos.
Decidir, o que agora é decisivo
E tão distante da razão
Amar este instante não é nocivo
Pura diversão !
Há, em meu percurso, um amor ao segredo... Ao particular... Às conquistas, duvidas e loucuras... Muitas vezes insensatas e incoerentes...Muitas vezes cruéis, dentro de um sensível amargo. Por este amor e outras particularidades, tenho esta dificuldade, de postar aqui, meu intimo reflexo.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
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