Não importa quem tem razão... O que importa é que ele é o fim que precisa de um começo, ou eu o começo que precisa de um fim...Ou vice-versa. Eu o fim e ele o começo...
Tanto faz!
As vezes penso que ambos somos o começo de algo novo. Perdidos um com o outro (opostos) com tanta intensidade aparentemente sem nenhum propósito...
Pura reação arredia e sem rumo...Assim eu penso...Assim provavelmente, ele pensa. Ou sei lá o que ele pensa...
Porém, de tudo que se desdobra da maneira que consagra. Pq em mim, tudo fica mudo. Tudo aguarda e respeita... Tudo permeia, sem prazo para consolo... Tudo, de alguma maneira envolve meu acolhimento, como se por traz da minha extrema fúria algo tivesse certa coerência.
Algo aqui faz sentido e se não for algo, é pura angustia descabida, do que tendo a preservar com o nome:AMOR. (Merda de nome singular!De sentido tão plural)
Não tenho respostas neste momento... Apenas o silencio que é meu de direito...
O resto mora no devir.
Respeito as circunstâncias adjacentes ao meu desejo... Na medida que não sei mais nada.
Há, em meu percurso, um amor ao segredo... Ao particular... Às conquistas, duvidas e loucuras... Muitas vezes insensatas e incoerentes...Muitas vezes cruéis, dentro de um sensível amargo. Por este amor e outras particularidades, tenho esta dificuldade, de postar aqui, meu intimo reflexo.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
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