Peneirar a fala que direciona o que penso...
Sem me deixar desorientar pela zona de descaso.Pelo mero acaso zumbido, que faz zueira no ouvido.
Eleger o que se vê com atenção.
O que foi indicado, mas não lido, por intenção de aprumar mérito ao que deriva de uma unicidade...
A encorajar juízo a ser único como veio ao mundo, como os traços da mistura sem matriz...
Cheio de erros pelos erros de próprio julgo, de próprio vicio.
Que não traido pela tortura da aprovação em massa.
O que um mundo como este que vejo que não elege nem coragem de escrever no embalo do que sente para corrigir palavras... Quando ao fim das palavras corrigidas, o que se tem e' o velho discurso,domado e tolhido....Manjado.
Como querem que haja alguém a exercer juízo por um pais ou mundo tão desajuizado de si. E ainda assim, tão ensimesmado.
Éh... Peneirar a si é um garimpo de valor legitimo. Acumular recursos para o prumo de si.
Só de si mesmo a não perder valor... Tá caro!
E gente de valor... O mundo quase desconhece.
Fato é... o verdadeiro valor, nos dias de hoje, nem se quer é reconhecido.
Passa batido, minha gente! Passa batido!
Há, em meu percurso, um amor ao segredo... Ao particular... Às conquistas, duvidas e loucuras... Muitas vezes insensatas e incoerentes...Muitas vezes cruéis, dentro de um sensível amargo. Por este amor e outras particularidades, tenho esta dificuldade, de postar aqui, meu intimo reflexo.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.
Nenhum comentário:
Postar um comentário