Há, em meu percurso, um amor ao segredo... Ao particular... Às conquistas, duvidas e loucuras... Muitas vezes insensatas e incoerentes...Muitas vezes cruéis, dentro de um sensível amargo. Por este amor e outras particularidades, tenho esta dificuldade, de postar aqui, meu intimo reflexo.
Mais uma vez vou tentar.
Desta vez, não pretendo apagar as falhas de percurso.
Estou tentando fazer deste lugar, algo particular...
Um pedacinho muito meu.
Sendo assim, quero poder deixar passar o descaso natural, que tenho com a ortografia, aqui também.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

incoerencias coerentes com a persistencia de qualquer encontro.

Saber bem sobre o que digo não implica em certezas.

As condutas são impressas na agilidade do que existe.

E o que existe em verdade, pousa mais no movimento do que no ponto. Já que o ponto serve de guia para dar perspectiva ao infinito, posto que tudo que é vida também é morte.


A Flor é composta de cinzas, até que haja o nascer do sol carmim. Até o sol ter o desvio da telha para a sombra sobre a flor, ainda Dia, ser laranja e amarela.

A verdade das cores, moram também nos meus olhos, e posso ser Daltônico.
Apesar de não me emocionar menos com o que vejo.

Qual a verdade, sobre tamanho da pena que cresce no pássaro?!

Qual a verdade da pausa, quando a mosca pousou na ave que pousou no fio, que esta fixo na rua que é fixa na terra, que esta em movimento?

E qual é exatamente o tempo do meu momento?
E do meu pensamento?

Qual a verdade da coerência humana, se não a conduta mais integra com a passagem do sentido? Antes mesmo da analise de ser julgado?..Vivido.

Nenhum comentário:

Postar um comentário